Jô Bilac comenta as apresentações teatrais do Apalpe

Jô Bilac é dramaturgo

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Carlos Mattos fala da diversidade dos vídeos do Apalpe

Carlos Alberto Mattos é jornalista, pesquisador e crítico de cinema.

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Ivana Bentes se surpreende com produções audiovisuais do Apalpe

Ivana Bentes é diretora da Escola de Comunicação e do Pontão de Cultura da ECO da UFRJ

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Luis Carlos fala das produções audiovisuais do Apalpe

Luis Carlos é presidente do Cinema Nosso

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O que achou do debate do Apalpe?

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O que você achou do primeiro dia do Apalpe?

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A Lapa ficou pequena para o Sarau Apalpe

Um mar de gente invadiu a sede da Cia. Dos Atores, na Lapa, nesta quinta-feira, dia 21, para conferir o Sarau Apalpe, uma versão contemporânea das tradicionais reuniões em torno da poesia. Foram 19 apresentações que utilizaram os mais diversos recursos para atrair a atenção da ávida plateia: desde a técnica circense de Anderson Arcanjo até os malabarismos feitos com a cuíca por Claudio Vaz.

Marcelo Gularte fez colagem de bordões em "Dito Pelo Não Dito"

Marcelo Gularte arrancou aplausos com uma abordagem reciclada da palavra. Em “Dito Pelo Não Dito”, ele fez uma colagem de bordões para dar seu recado e agradou muito. Já Talitta Chagas e Luciana Bastos mostraram o funk do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, numa performance que dividiu o público.

O melhor do funk do Morro do Dendê com Talitta Chagas

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Na raça e no gogó

Anderson Arcanjo apresentou "A Forma que se Forma"

Anderson Arcanjo apresentou um número circense, mas mostrou que tem talento também para driblar as dificuldades. Quando um problema técnico no som o deixou sem trilha sonora, ele não teve dúvidas: convidou o público a cantarolar com ele e ganhou a platéia no ato. “Apesar dos erros que cometi, parece que a galera gostou. Ficou mais fácil driblar os problemas técnicos na hora que o som parou por causa da minha experiência com trabalho nas ruas. Aprendi a jogar com os erros”, contou o artista que foi ovacionado ao interagir com público, que ajudou até o fim do ato.

Claudio Vaz mostrou diversidade de sons com "O Encuicado"

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Razão e emoção no júri

Larry Antha apresentou "A História do Teatro"

O júri, responsável pela premiação no valor de R$ 3 mil, ficou dividido entre a razão e emoção. A arquiteta, arte-educadora e artista plástica Beá Meira, por exemplo, disse que viu muitos trabalhos bons. “Achei que as performances foram bem diferentes, teve uma coisa variedade, e me surpreendi, achei que algumas coisas foram realmente boas”, disse.

Já a atriz, cantora e performer Numa Ciro disse que adoraria ter visto mais performances e elogiou a iniciativa da realização do Sarau Apalpe. O poeta e assessor de cultura da Universo João Luiz não escondeu a emoção: “Tenho acompanhado esse movimento de produção de arte e literatura, de inquietação social da periferia. Eu já não sei mais o que é periferia e o que é Centro. Estou muito surpreso e emocionado com a pluralidade de trabalhos. Parabenizo o Apalpe pela ousadia de reunir essas manifestações”, comemora João Luiz.

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Público jovem e cheio de gás

O evento teve entrada franca e atraiu um público em sua maioria jovem e ávido por informação.  Como Adriana Silva, de 17 anos, moradora do Bairro de Fátima, que sempre gostou de dançar e ficou vidrada nos números com coreografias. “Adorei o número de dança contemporânea, ao som de violino, e também o de dança cigana. Mostra a diversidade que se tem para explorar na mistura entre som e corpo”. Joaquim Ribeiro, 18 anos, morador de Campo Grande, se divertiu muito. “Adorei muitas apresentações, e ano que vem com certeza vou me inscrever. Esse ano só não me inscrevi porque não tinha nenhum número preparado”, disse.

Ricardo Rodrigues falou sobre sua visão do cotidiano com "Selva de Pedra"


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