Agora é apalpar e correr para o abraço

Participantes foram estimulados a se abraçarem durante o exercício

Preparar, apontar e … apalpar. No sábado, dia 7, foi assim: escolher um alvo e partir para o abraço. A ordem era abraçar, peito com peito, e sentir o outro.

Inventar um percurso, organizar o encontro e ficar disponível para receber o outro. Um exercício simples mas que, ao som de heavy metal, deixou os participantes eufóricos e com as emoções à flor da pele.

Estes três procedimentos necessários à realização da oficina corporal serão replicados ao longo do processo de criação das oficinas do Apalpe, que já começam a desvelar o que a periferia tem a dizer sobre o mundo e sobre si.

“Na vida, e não apenas no espetáculo, precisamos ter procedimentos. É preciso inventar a vida. Vocês precisam organizar os seus códigos de expressão”, observou Faustini, salientando a importância do exercício do abraço.

Eufóricos, participantes acompanharam as orientações de Faustini

Realizada no quinto encontro, quando se encerra a primeira parte das oficinas, a atividade foi disparada com um grupo mais coeso e também num momento que as produções começam a ser apresentadas.

“Para fluir neste exercício, precisamos estar dispostos a receber o outro. E, a cada pessoa que abraçamos, sentimos a diferença da energia. Além disso, plasticamente, o exercício é muito bonito. Desta vez, apalpamos mesmo, tivemos um conto corporal”, acrescentou Márcia do
Valle.

A atividade, que aflorou as emoções dos “apalpianos”, precedeu um sarau interno, no qual os primeiros textos com as memórias sobre os diversos territórios da cidade foram apresentados.

Foi uma tarde de tirar o fôlego, mas essa conversa fica para um outro post… .

Sobre alebizoni

Jornalista especializada em Mídia e Educação
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Uma resposta para Agora é apalpar e correr para o abraço

  1. Cristina Hare disse:

    O exercício acelerou a galera. Exigia que nos derretêssemos depois de correr e pular sobre o outro, ao som de heavy-metal.
    As reações foram as mais interessantes e não posso deixar de registrar o comentário do Takita , que queria saber se as pessoas estavam excitadas em português ou excited em inglês.
    Me impressionou também o jeito como a Márcia recebia as pessoas, provando que era uma técnica, que se tratava de jeito e não de força.
    Foi ótimo!
    Muita troca de energia e um literal apalpe.

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