Dica de filme

Documentário mostra os movimentos revolucionários de 1968

Um filme interessante de ser visto antes do inventário de objetos vermelhos é “O fundo do ar é vermelho, de Cris Marker, que pode ser encontrado em locadoras especializadas.  

Biografia –  O francês Chris Marker é cineasta, fotógrafo, escritor e artista multimídia.

Os seus filmes mais conhecidos são La Jetée (1962), Sem Sol (1983) e A.K. (1985), documentário sobre o cineasta japonês Akira Kurosawa.

Biografia (URL)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Chris_Marker

O Fundo do Ar é Vermelho /Le Fond de L’Air est Rouge (França, 1977). De Chris Marker. Duração 180’.

As esperanças e as decepções suscitadas pelos movimentos revolucionários de 68 no mundo inteiro.

Desde o regime chinês ao cubano, passando pela Primavera de Praga ou os movimentos estudantis e operários franceses, Marker nos relembra constantemente que não se pode simplificar o que nada tem de simples: as manifestações populares, os movimentos da política, os rumos incertos da História e da sociedade.

O filme é composto por duas partes: “As mãos frágeis” e “As mãos cortadas”, ambas com 90 minutos (versão de 1998).

Com as vozes de Jim Broadbent , Cyril Cusack , Laurence Guvillier, Davos Hanich , François Maspero, Yves Montand, François Périer, Sandra Scarnati, Jorge Semprún, Simone Signoret.

Ficha do filme “O fundo do ar é vermelho

Direção: Chris Marker

Ano: 1977

País: França

Gênero: Documentário

Duração: 180 min. / cor

Título Original: Le Fond de l’Air Est Rouge

Título em inglês:   The Base of the Air Is Red

Sobre alebizoni

Jornalista especializada em Mídia e Educação
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2 respostas para Dica de filme

  1. É um belo filme, já tinha lido algo sobre ele, mas quando assisti fiquei surpreso.
    Muito bom esse espaço de criação.
    Parabéns !

  2. Cristina Hare disse:

    Amigos Apalpadores,

    Não consegui encontrar o “O Fundo do Ar é Vermelho ” na locadora , mesmo tendo recorrido a uma das maiores em Ipanema.
    Depois da exibição do La Jeteé no encontro passado, estou ainda mais instigada em assistí-lo.
    La Jeteé me impressionou muito, não só pela técnica de fotomontagem como pela essência da estória em si (seria capaz de ousar dizer que ele inspirou os autores de Lost).
    Por isso, se algum dos colegas souber aonde posso locar , avisem-me por favor!

    Cristina Hare

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