O Corpo, a palavra e o território

 

Participantes escutam as orientações iniciais de Faustini

“Encontrar a diferença aonde existe a igualdade”. Essa foi uma das primeiras tarefas propostas aos 44 participantes do Apalpe – a Palavra da Periferia no primeiro encontro do grupo, realizado no último dia 10.

A oficina aconteceu no Salão Vermelho do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam), na parte da manhã.

A atividade inicial foi um exercício de expressão corporal, comandado por Marcus Vinicius Faustini, diretor teatral, cineasta, escritor e um dos coordenadores do Apalpe.

Por meio de exercícios corporais em grupo, os “apalpadores” foram levados a perceber a importância de elementos como tempo, espaço, tramas paralelas, enredo, ritmo, escolha das palavras, entre outros, na elaboração da narrativa.

Na ocasião, Faustini apresentou uma série de procedimentos necessários à criação artística. “A criação estética é uma negociação. Parte de elemento externo ao indivíduo”, afirmou o escritor.

Na verdade, explicou o cineasta, o trabalho do Apalpe é fundado na relação entre corpo, palavra e território. “O artista é um operador no mundo. Ele produz não um discurso, mas sim uma ação ideológica”, acrescentou.

Sobre alebizoni

Jornalista especializada em Mídia e Educação
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