Projeto partirá do Guia Afetivo da Periferia

O Guia Afetivo da Periferia servirá de modelo para os participantes do Apalpe. A idéia é que sua metodologia seja replicada e que cada um faça um guia afetivo de sua “periferia”.

Romance publicado no final do ano passado por Faustini, o Guia Afetivo da Periferia narra as memórias de suas andanças pela cidade durante sua infância e adolescência.

Essas impressões foram reveladas à platéia da Lona da Escola de Circo Social Crescer e Viver. Faustini contou para os futuros participantes do Apalpe sua trajetória: a história do menino que nasceu na Baixada Fluminense, passou a adolescência no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, integrou o movimento estudantil nos anos 1980, e mais tarde se tornou diretor teatral, cineasta e escritor.

Ao final dos encontros, foram sorteados exemplares do Guia Afetivo da Periferia para os candidatos de cada um dos grupos.

Quem participou da seleção também saiu da Praça XI com um kit, contendo o documentário “Carnaval, bexiga, funk e sombrinha”, de Marcus Vinicius Faustini; a série de animações produzidas por alunos da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu “As aventuras e Iguaçu e sua turma”; e a revista e o CD do projeto “Coletores de Imagens — vida e estética entre gerações na periferia do Rio de Janeiro”, fruto do projeto Reperiferia.

Sobre alebizoni

Jornalista especializada em Mídia e Educação
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